17 de janeiro de 2017

2 0 1 7


Eu fiz um texto cheio de medo no fim de 2016.
Agora venho fazer um texto sobre 2017 sem medo nenhum (só um pouco).

  1.  Eu estou pensando sobre o que o blog se tornou, sei que não é como planejamos (e sim, quero escrever no plural), mas vou encontrar um caminho e trazer conteúdos novos sim, é só que a vida aconteceu.
  2.  Às vezes a vida acontece.

 Mas, Gabi, como é que a vida acontece?
 Às vezes você está ali, em pleno fim de ano, morrendo de medo do que 2017 te reserva, pensando em como 2016 foi maravilhoso e você não queria que acabasse quando percebe que isso tudo é uma síndrome chamada: apego ao passado e medo do futuro.

 Eu já deveria ter aprendido que o passado é uma caixinha que tem coisas boas e ruins, mas essas coisas são somente memórias e você não pode viver o presente apegada a algo que já passou, com medo de que o que vem pela frente não seja bom como o que já aconteceu.

 Faço uma pausa para dizer que a gente se engana, seja aos 16 ou aos 40. Faço uma pausa para me lembrar e lembrar a todos nós que se agarrar demasiadamente a alguma coisa que está fora do seu controle é dar replay nos erros passados. Faço uma pausa para lembrar que todos os dias a gente precisa exercitar a liberdade de corpo, mente e espírito. E se alcançar a liberdade significa ser livre, todas as coisas que nos prendem precisam encontrar um meio de serem só força que nos impulsionam para o futuro, na certeza de que podemos fazer melhor. E com certeza há algo por vir. Sempre há algo por vir. 

 Eu queria dizer que 2017 já me deu ótimas coisas, ótimos momentos, me tirou outras coisas que eu achei que iriam durar muito tempo, fez minhas certezas caírem por terra e me gritou com todas as forças:
- APRENDA A SER LIVRE DE FATO! 

 E libertar-se é também se permitir recomeçar independente de onde, quando ou com quem você se encontra (mesmo que não se encontre com ninguém). Libertar-se é permitir encontrar o lar em si mesma ou invés de em outros corações. Libertar-se é dar uma chance para as coisas que temos medo, como 2017, e descobrir no fim do dia que muitas surpresas ainda estão guardadas.

FELIZ 2017 PARA VOCÊS, EU HEI DE VOLTAR O MAIS BREVE POSSÍVEL.

(uma músiquinha pra vocês)

29 de dezembro de 2016

Essas manhãs de fim de ano


Essa sou eu, olá para você que está vendo isso :)

 Eu não gosto de promessas, então vou parar de fazê-las porque parece que quanto mais tento cumprir, menos eu consigo.

 Então vamos deixar as águas rolarem, os dias passarem, os momentos acontecerem naturalmente, os amores serem ou não serem e se não forem a gente termina o dia com a promessa de poder recomeçar tudo amanhã, com outro alguém, ou sozinha mesmo, ou com os amigos, ou com seu cachorro.
 Eu falei de promessas porque parece que quanto mais falo que vou atualizar o blog, menos atualizo, então não vou mais falar, vou só fazer. No meu tempo, dentro do que eu posso, dentro da minha vontade e de como eu acordar de manhã, isso aqui não é uma obrigação, é um prazer. Um desses prazeres que a gente se dá o privilégio de colecionar.
 Estava pensando que hoje é dia 29 de dezembro de 2016, aniversário de um familiar meu, mas também um dos últimos dias do ano. Então eu me dei o luxo de fazer um post sobre isso, não sobre o aniversário, mas sobre esse fim de ano que parece ter pego todo mundo de surpresa. Um post também sobre o ano de 2016 que, acima de tudo, me fez compreender o significado de gratidão. 
 E eu sou grata, fui grata e atualmente me sinto feliz. Não o tipo de felicidade avassaladora que você quer dar um jeito de contar pro mundo todo, mas o tipo de felicidade calma, silenciosa, que você conquista depois de muita caminhada, o tipo de felicidade que depende só de você. Que não é condicional a alguma coisa ou alguém, o tipo de felicidade que eu desejo para você.
 Obviamente nem todos os momentos de 2016 foram perfeitos, graças à Deus por isso, perfeição nunca foi uma meta de vida e eu espero que nunca seja, porque é assim que se traça o caminho para a frustração.
 Eu não quero dizer que espero muito de 2017, porque não espero, na verdade o que tenho é medo, porque depois de um ano como esse, a vida deve querer voltar a dar suas rasteiras (não que 2016 também não teve as suas). Porque 2017 promete vir aí pra tirar o chão, seja para te fazer aprender a voar ou pra te proporcionar uma horas de queda nesse abismo sem fim. 
 Isso não é um post de retrospectiva, isso não é um post de adeus, isso não um post de metas para 2017, isso é um post de gratidão. Gratidão por todas as coisas que me aconteceram, por todas as pessoas que conheci, por todos os momentos que vivi, pelas mudanças que me permiti fazer, por esse lugar que está sempre aqui me esperando, por vocês que continuam aqui e pela vida. Porque todas as coisas podem dar errado, ou certo, o chão pode desmoronar, ou você pode aprender a voar, mas a certeza que fica é que sempre teremos o dia de amanhã, seja em 2016 ou em 2017. Que a gente saiba 
aproveitar mais essas 365 oportunidades que nos são dadas e ser capaz de recomeçar. Sempre. Independente de onde você esteja.
Saudades, 2016. 
Um quase olá pra você, 2017. Seja um cara legal <3 (por favor).
E pra você que está lendo isso, eu te desejo toda sorte de coisas boas, acredite que você merece.
Minhas melhores energias e mais sinceros votos de felicidade. 
E vamos dançar conforme a música, seja ao embalo de uma balada alegre dos anos 80 ou de uma música bem creepy e triste da Lana Banana. O importante é não parar.

OBS: eu volto. Eu sempre volto. Em breve eu voltarei.

7 de dezembro de 2016

Conjugue o verbo viver

(foto tirada dia 01/12/2016)

 às vezes você se encontra no meio do nada
 às vezes você diz que está cansado da rotina
 E realmente está
 às vezes parece que nada vai dar certo
 Mas eu estou aqui para te lembrar, e me lembrar, que existem no mundo mais de 7 bilhões de pessoas esperando para serem descobertas, cerca de 193 países esperando a sua visita e infinitas possibilidades de início meio e fim
 Eu sei que às vezes parece tudo mais do mesmo, parece que a vida nunca te trará flores e você está fadado a viver na mesmice cotidiana. Porém abra um pouco mais os olhos, olhe ao redor; 
existem flores no canteiro, 
pássaros voando incansavelmente, 
pessoas andando de bicicleta, 
músicas que insistem em tocar quando você passa 
e pessoas que sorriem ao te ver
 Mas, acima de tudo;
existe uma vida esperando para ser vivida
existem milhões de possibilidades só quando você abre a porta de casa e coloca os pés para fora
existem pessoas que adorariam te conhecer (e provavelmente algumas ainda irão), 
existem romances com fins trágicos, porém deliciosos de serem vividos te esperando na esquina
existe alguém que está em casa deitado lembrando do seu abraço
 Existem sorrisos
lágrimas, 
surpresas
tristezas, 
conflitos
viagens e
sonhos esperando para serem tirados do fundo de sua gaveta empoeirada, aquela mesma que você insiste em evitar e deixar trancada com a chave que você sempre perde
 1- Ande pela casa,
 2- Encontre a chave,
 3- Abra a gaveta
 AGORA: deixe todas as coisas se libertarem
 Porque o verbo viver é o melhor de ser conjugado, mas essa é uma verdade que precisa ser descoberta por cada um de nós,
individualmente,
sem exceção.
 Triste de quem fecha os olhos para essa realidade
 Portanto, vá conjugar o verbo
 V
     I
         V
               E
                     R
 (sem pontos finais, porque quase nada na vida é definitivo)

2 de dezembro de 2016

Últimos filmes assistidos + o site que salvou minha vida

(eu vendo aquele final de Harry & Sally)
 Olá, pessoas. Depois de um hiatus menor (as últimas provas do ano, uma seguida da outra, matemática, química, física, biologia etc, você com certeza entendem o motivo do sumiço), eu chego para dizer com a maior alegria do mundo que: ESTOU DE FÉRIAS (OBRIGADA, DEUS!!!!). Ou seja, estou com 80% do meu tempo livre (os outros 20% estão muito ocupados com horas e horas de sono que pretendo ter). Com isso eu quero dizer que agora tenho tempo para todos os meus projetos paralelos, incluindo o blog, postar mais avidamente e ser mais legal com vocês, a titia Gabi andava muito relapsa. Sem falar que essas férias são meu último suspiro antes de entrar no terceiro ano do ensino médio e só ter tempo para respirar e estudar (um pouco dramática, talvez). Mas andei vendo uns filmes nesses últimos tempos por causa de um site maravigold que descobri e vim falar sobre eles (as férias ficam para outro post).

16 de novembro de 2016

Uma obsessão por p&b, pinterest e How To Get Away With Murder

 Olá, pessoas. Eu sei que sumi. Vou até enumerar os motivos:
  1. Desânimo iminente
  2. Falta de pauta (não queria trazer nada mal feito e minha mente estava com um bloqueio, não sabia sobre o que escrever)
  3. Necessidade urgente de uma câmera boa
 Eu podia falar mais mil coisas, mas estou cansada de repetir esse tipo de coisa. Então você se pergunta: seus problemas foram resolvidos, Gabi? Não todos, infelizmente, mas os que eu enumerei sim hahaha. Estava com um desânimo terrível de fim de ano, aquela sensação de que a rotina está te perseguindo e te sufocando, que todos os dias são iguais e que 2016 não vai te trazer mais nada de espetacular. Inclusive meu último post foi um texto beem triste que escrevi e muita gente se identificou. Fiquei feliz e triste com isso, feliz porque as pessoas se identificaram e é sempre bom ouvir coisas assim sobre o que você escreve e triste porque para se identificar com um texto daqueles você não pode estar em uma época muito feliz, me entristece que alguns de vocês se encontravam nesse estado também. Mas passei por cima de todo esse desânimo, pelo menos por enquanto.

 A falta de pauta era também uma consequência de não estar conseguindo tirar fotos decentes, porque usava a câmera do meu celular, que era bem ruim. Ainda uso a do celular, mas ganhei um Iphone e dá pra fazer algumas coisas maravilhosas com ele, claro que nada se compara a uma câmera profissional, mas um dia eu chego lá. Então com fotos novas surgem pautas novas, assim funciona minha mente, e cá estou eu feliz com algumas coisas novas.

 Mas antes de mais nada preciso abrir um parêntesis para dizer: COMASSIM O ANO JÁ ESTÁ NO FIM? É estranho como esse parágrafo vai soar clichê, mas tudo passou tão rápido, tantas coisas aconteceram; boas e ruins. Ainda não é o post que eu vou ser extremamente clichê, mas eu sinto como se tudo estivesse passando tão rápido e em breve todas as coisas que a gente se acostuma, que a gente tem como verdade vão se dissipar. Só um sentimento que eu tenho e o meu costume de divagar enquanto escrevo.

Design by | SweetElectric